Neste artigo, John Piper conduz o leitor a uma reflexão profunda sobre o significado último da cruz de Cristo. A partir de Romanos 3.25–26, Piper argumenta que a morte de Jesus não teve como propósito principal exaltar o valor do homem, mas vindicar a justiça e a glória de Deus. …
Continue LendoEle morreu mil vezes — e viveu.
John Piper apresenta a impressionante história de Adoniram Judson, pioneiro das missões protestantes na Birmânia (atual Mianmar), cuja vida foi marcada por perdas profundas, sofrimento constante e perseverança extraordinária. A partir de sua trajetória, o artigo ilustra o princípio bíblico de João 12.24: o grão de trigo precisa morrer para …
Continue LendoO gênero e a estrutura literária do livro de Provérbios
Este artigo faz parte da série Gênero e Características literárias dos livros da Bíblia, que são artigos retirados e adaptados com permissão da Bíblia de Estudo da Fé Reformada, Editora Fiel. O livro de Provérbios ocupa lugar central na literatura de sabedoria bíblica, ensinando como viver de modo piedoso diante …
Continue LendoCinco medos da velhice
Neste artigo, o pastor e teólogo reformado John Piper reflete sobre os principais temores que acompanham o envelhecimento e a proximidade da morte. Fundamentado nas promessas da Escritura, Piper mostra como a fé na graça futura de Deus sustenta o cristão diante da solidão, da inutilidade, do sofrimento, da dúvida e da morte. Com profundo senso pastoral e sólida convicção bíblica, o texto encoraja os santos mais velhos a perseverarem confiando na fidelidade de Cristo até o fim.
Continue LendoA soberania de Deus, o livre-arbítrio e a responsabilidade humana
Neste trecho adaptado de Servo arbítrio: a escravidão da vontade, Martinho Lutero responde às objeções de Erasmo sobre a relação entre a soberania de Deus, a graça e a responsabilidade humana. Ao examinar textos como Mateus 5, João 1 e Romanos 2, Lutero argumenta que as promessas, recompensas e advertências das Escrituras não exaltam o livre-arbítrio, mas revelam a necessidade absoluta da graça divina. O reformador demonstra que o Reino de Deus é recebido como herança dos filhos de Deus, e não conquistado por mérito humano. Este texto permanece relevante por ajudar os cristãos a compreenderem como a soberania de Deus sustenta, e não elimina, a responsabilidade humana.
Continue LendoA vida cristã na meia-idade
O maior perigo da maturidade cristã talvez não seja cair abruptamente, mas esfriar lentamente enquanto ainda parecemos espiritualmente saudáveis.
Continue LendoA graça não divide a glória
Neste trecho adaptado de Servo arbítrio: a escravidão da vontade, Martinho Lutero apresenta uma defesa contundente da justificação pela fé e da absoluta suficiência da graça de Deus para a salvação. Examinando especialmente os argumentos de Paulo em Romanos 3 e 4, Lutero demonstra que nenhum mérito humano pode contribuir para a aceitação do pecador diante de Deus. Em seu debate com Erasmo, o reformador expõe a incompatibilidade entre a doutrina bíblica da graça e qualquer confiança no livre-arbítrio como fundamento da salvação. Este texto continua relevante por apontar os cristãos para Cristo como a única esperança de justiça diante de Deus.
Continue Lendo“Me desviei dos caminhos do Senhor e estou sem forças para voltar” — Escute isso!
John Piper Responde neste episódio a um jovem que se afastou dos caminhos do Senhor e está sem forças e sem esperança para voltar.
Continue Lendo10 versículos-chave da Bíblia sobre Onisciência de Deus
Este artigo faz parte da série Versículos-chave Todas as seções de comentários adaptadas da Bíblia de Estudo da Fé Reformada com Concordância, Editora Fiel. Introdução A onisciência de Deus é um dos atributos mais consoladores e solenes revelados nas Escrituras. Do início ao fim da Bíblia, Deus se apresenta como …
Continue LendoO endurecimento do coração de Faraó
Neste trecho de A escravidão da vontade, Martinho Lutero responde às objeções de Erasmo acerca da soberania de Deus e do endurecimento do coração de Faraó. Argumentando a partir das Escrituras, especialmente Romanos 9, Lutero defende que a salvação e a condenação não podem ser compreendidas à parte da vontade soberana de Deus. Ao confrontar a confiança humanista no livre-arbítrio, ele reafirma a centralidade da graça divina na conversão do pecador. Uma reflexão profunda sobre a natureza humana caída, a eleição e a autoridade da Palavra de Deus.
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Ministério Fiel Apoiando a Igreja de Deus